terça-feira, 21 de junho de 2011

PRISÃO


PRISÃO

Liberdade!
Ouve-se num grito.
Um olhar de desespero,
Para o infinito horizonte...
A vontade de correr
E saltar por sobre os montes...
De repente... uma pomba,
Um sinal de paz.
Duas mãos deseperadas...
E, a vontade de sair...
Um choro convulsivo
E a triste realidade:
-ter que aceitar.
Um rosto transformado,
Aparece em um gradil.
Tão jovem, tão moço,
Tão fútil, tão vil.
Um amargurado coração
Trancafiado numa prisão...
Num covil!

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