Condenei-me vida...sem ter tempo para me absolver.
Não esperei o julgamento
e aqui estou a sofrer.
Não procurei advogados,
deixei o destino me defender.
Entretanto a promotoria da discórdia,
não pensou duas vezes em penalizar-me,
não hesitou um momento em me submeter
Os jurados das desilusões,
nada fizeram para me socorrer.
O veredito final,
de uma sentença banal,
somente hipócritas poderiam ver.
O juiz da esperança
bateu o martelo final.
Condenou-me da vida,
falando da luz no final do túnel,
que mais parecia, uma injeção letal.
Marly Oliveira 11/04/99
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