O vento me
chamou de forma abrupta...
Viajamos
juntos eu e o vento...
A fome e a
vontade de comer...
Saciávamos
com nossa presença,
Era amor,
era paixão, era desejo...
Era eu, era
o vento...
Éramos os
dois, éramos um só...
Initerruptamente
corremos felizes,
Inconstantes,
sem direção, únicos.
Não vimos a
curva, nem olhamos a estrada,
Queríamos estar
juntos e juntos permanecemos...
Caímos num
vão que para o vento era banal,
Mas que para
mim, seria mortal!
E imortalizei
no amor ao vento...
E, ele sopra
uma brisa fina...
Chamando por
mim em meio aos mortais.
Marly
Oliveira
28/04/12

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